Uma das questões que se tem colocado e sobre o qual o Abrupto também se debate, “Será que os senhores ministros (Primeiro, Economia, Obras Públicas) podem ao menos explicar quais as razões porque os estudos, alguns estudos, parte dos estudos, os estudos que foram relevantes para a tomada de decisão, não podem ser divulgados? Partindo do príncipio que existem.”, é o não acesso, à população em geral, aos estudos dos investimentos faraónicos. Pacheco Pereira considera ainda que “Se os senhores ministros estão preocupados com o custo político de eles serem conhecidos, pensem bem no custo político de eles não serem conhecidos. pelo menos por suas mãos.”
Parece contudo que as vozes não são suficientes altas.

Contudo e considerando o Destreza das Dúvidas, eles existem e têm nome:
“1- Kamps, C., “New estimates of government net capital stocks for 22 OECD countries, 1960-2001”
2- Pereira e Andraz, “Public investment in transportation infrastructures and economic performance in Portugal.”

Existirão mais? Quem sabe.